Now Playing Tracks

Roll the Dice

If you’re going to try, go all the way.
otherwise, don’t even start.

if you’re going to try, go all the way.

this could mean losing girlfriends,
wives, relatives, jobs
and maybe your mind.

go all the way.

it could mean not eating for 3 or 4 days.
it could mean freezing on a park bench.
it could mean jail, it could mean derision, mockery, isolation.

isolation is the gift,
all others are a test of your endurance,
of how much you really want to do it.

and you’ll do it

despite rejection and the worst odds
and it will be better than anything else
you can imagine.

if you’re going to try, go all the way.

there is no other feeling like that.
you will be alone with the gods
and the nights will flame with fire.

do it, do it, do it.

all the way. all the way.
you will ride life straight to perfect laughter,
its the only good fight there is.

Charles Bukowski
Eu podia me levantar agora e sorrir com escárnio para meu reflexo no espelho da cômoda: se você tem que ir, que leve ao menos uns oito junto, uns dez, uns vinte com você. Era uma noite de Dezembro, um sábado. Estava no meu quarto e tinha bebido muito mais que o de costume, acendendo um cigarro no outro, pensando nas garotas, na cidade, nos empregos e nos anos que ainda viriam. Olhando para o devir, eu gostava muito pouco do que via. Eu não era um misantropo ou um misógino, mas gostava de estar sozinho. Era bom estar solitário num lugarzinho, sentado, fumando e bebendo. Sempre tinha sido uma boa companhia para mim mesmo.
(via bukowskicharles)
‘Para aqueles que acreditam em Deus, a maioria das grandes perguntas são respondidas. Mas para aqueles de nós que não podem facilmente aceitar. Nos adaptamos às novas condições e descobertas. Somos flexíveis. O amor não precisa ser um comando nem a fé um ditado. Eu sou o meu próprio Deus. Estamos aqui para desaprender os ensinamentos da Igreja, estado e nosso sistema educacional. Estamos aqui para beber cerveja. Estamos aqui para matar a guerra. Nós estamos aqui para rir das probabilidades e viver nossas vidas tão bem que a morte vai tremer para nos levar.’
(via bukowskicharles)
Eu não gosto de interação. Quanto menos eu falo melhor me sinto. Eu era naturalmente um solitário. Eu não queria conversa, ou para ir a qualquer lugar que fosse. Eu não entendia as outras pessoas que desejavam compartilhar suas emoções. Partes em mim adoeceram. Eu fui atraído pelas coisas erradas: eu era preguiçoso, não tinha um Deus, idéias, ideais. Eu estava ancorado no nada, uma espécie de não-ser e aceitava isso. Eu não queria ser uma pessoa interessante, dava muito trabalho. […] Eu simplesmente não gostava de pessoas, multidões, em qualquer lugar, exceto nas minhas leituras.
(via bukowskicharles)
O universo da faculdade era brando, um faz de conta. Jamais lhe diziam o que esperar do mundo real lá fora. Apenas entupiam você com teorias e nunca o alertavam a infinita dureza dos calçamentos. Uma educação universitária poderia destruir um individuo para sempre. Os livros podiam fazer de você um frouxo. Quando você os deixa de lado e vai ver como realmente são as coisas do lado de fora, então é preciso ter o conhecimento que não está naquelas páginas.
(via bukowskicharles)
Era uma beleza sentir aquele sol no pescoço, sonhar,cochilar e tentar não pensar no aluguel, na comida, na América e na responsabilidade. Ser ou não um gênio me importava menos do que o fato de não desejar nenhuma parte daquilo tudo. A força animal e a energia dos meus companheiros humanos me assombravam: um homem que pudesse trocar pneus ao longo de um dia inteiro, dirigir um caminhão de sorvetes, concorrer a uma vaga no Congresso, abrir as entranhas de um homem numa mesa de cirurgia, cometer assassinatos. Isso estava além da minha compreensão. Não queria nem começar a tentar entender. E continuo não querendo. Cada dia que eu conseguia escapar desse modo de vida, era um sabor de vitória. Eu bebia vinho, dormia em parques, passava fome. Suicídio era minha melhor arma. Só de pensar nisso eu sentia certa paz. O pensamento de que a jaula não estava completamente fechada me dava, de fato, um pouco de força para aguentar dentro dela.
(via bukowskicharles)
Eu não gosto de interação. Quanto menos eu falo melhor me sinto. Eu era naturalmente um solitário. Eu não queria conversa, ou para ir a qualquer lugar que fosse. Eu não entendia as outras pessoas que desejavam compartilhar suas emoções. Partes em mim adoeceram. Eu fui atraído pelas coisas erradas: eu era preguiçoso, não tinha um Deus, idéias, ideais. Eu estava ancorado no nada, uma espécie de não-ser e aceitava isso. Eu não queria ser uma pessoa interessante, dava muito trabalho. […] Eu simplesmente não gostava de pessoas, multidões, em qualquer lugar, exceto nas minhas leituras.
(via bukowskicharles)
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